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Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos

18 de junho de 2012



Pesquisa revela poder da energia liberada pelas mãos



Energia liberada pelas mãos consegue curar malefícios, afirma pesquisa da USP


Gazeta de Ribeirão
Grupo RAC


Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.


Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.


Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.


A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esses efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.


As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”


Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.


O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril do ano que vem.


Notícia publicada no Portal RAC, em 25 de novembro de 2011.



Claudio Conti* comenta


É com grande satisfação que lemos a notícia em análise, pois ela vem demonstrar que pesquisadores brasileiros já estão se dedicando a estudos envolvendo formas alternativas para tratamento de saúde. Todavia, precisamos destacar que abordagens deste tipo já foram aplicadas há algum tempo por médicos e pesquisadores de outros países e observaram efeitos muito semelhantes.


O livro “A Pratical Guide to Vibrational Medicine” (Um Guia Prático para Medicina Vibracional - tradução livre), escrita pelo médico americano Richard Gerber, publicado pela editora Quill, apresenta diferentes tratamentos alternativos, entre eles a "imposição de mãos" como um método efetivo para tratamento e que traz uma série de benefícios para os "pacientes", sendo que, por pacientes, podemos interpretar não apenas o ser humano, mas animais e até mesmo vegetais.


Gerber, em seu livro, relata experimentos conduzidos na década de 60 pelo médico canadense Bernard Grad, e que utilizou a imposição das mãos de um curandeiro local em plantas, observando o efeito positivo no crescimento e altas concentrações de clorofila quando comparadas com plantas da mesma espécie que não estiveram sujeitas ao tratamento. O físico indiano radicado nos Estados Unidos, Amit Goswami, no seu livro “O Médico Quântico”, publicado pela editora Cultrix, apresenta o conceito de Medicina dos Chakras, uma versão oriental da imposição das mãos em que é liberado um fluxo de prana (energia vital).


Como podemos observar, a prática da imposição das mãos é um assunto que foi e é tema de muito estudo e, esperamos, que um dia se torne conhecimento comum de todos, pois este tipo de tratamento não causa efeitos colaterais indesejáveis quando aplicado adequadamente. Diante disto, vemos que a técnica é de grande importância, sempre aliada a uma condição moral daquele que a aplica e do conhecimento propriamente dito.


No meio espírita, o seu uso é realizado através da aplicação de passes nas sessões de tratamento espiritual por médiuns adequadamente treinados para esta finalidade. Contudo, é imperioso que as pessoas voltadas para esta atividade, assim como todo aquele que se dedica ao tratamento de seres vivos, não devam descuidar da atualização e estudo constante para o aprimoramento pessoal e, consequentemente, da qualidade do fluido que será utilizado. Jesus demonstrou esta técnica de tratamento quando esteve encarnado entre nós, apenas pela imposição das mãos. Vemos, portanto, que a técnica não necessita de movimentos elaborados, como julgam alguns, mas dedicação, conhecimento e desejo intenso de auxiliar o próximo.


Com relação ao texto do artigo em análise, alguns pontos precisam ser salientados visando melhor clareza de entendimento:


1) De acordo com o que foi exposto sobre a metodologia aplicada e a análise realizada pelo pesquisador, não se pode afirmar que o estudo comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. Esta observação deve-se apenas ao formalismo científico de não apresentar conclusões sobre pontos que não foram abordados e o estudo em questão tratou apenas de alguns sintomas.


2) Onde se lê "A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos" deve-se entender "A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar NÃO foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos". A ciência moderna não possui ainda meios para detectar este tipo de energia sutil, portanto estuda-se os efeitos que causa.


* Claudio Conti é graduado em Química, mestre e doutor em Engenharia Nuclear e integra o quadro de profissionais do Instituto de Radioproteção e Dosimetria - CNEN. Na área espírita, participa como instrutor em cursos sobre as obras básicas, mediunidade e correlação entre ciência e Espiritismo, é conferencista em palestras e seminários, além de ser médium pscógrafo e psicifônico (principalmente). Detalhes no site www.ccconti.com.