Não vejo evidências que corroborem a existência de Deus

Jorge Hessen comenta  entrevista do astrofísico americano Neil Degrasse Tyson que é o mais ativo divulgador da ciência depois de Carl Sagan. Na entrevista concedida à VEJA, ele diz que aceitar afirmações sem exigir provas é burrice e alerta contra as polícias do pensamento. Em suas palavras, “mostra as reais maravilhas do conhecimento”. Ele faz isso por meio de livros best-sel­lers, a exemplo do mais famoso deles, Origens, lançado em 2004 nos Estados Unidos.

Deus

Alguém bate a nossa porta. Sussurrando palavras de contrariedade por ter de levantar de uma poltrona confortável, assistindo as últimas notícias ou a um programa de entretenimento, apesar do grande esforço para cruzarmos o espaço que nos separa da poltrona à porta, conseguimos atingir o objetivo para constatar, com enorme surpresa, que não havia ninguém. É mais ou menos desta forma que Kardec nos explica acerca da existência de Deus no Capítulo II do livro A Gênese.

De Deus para nós

“Acontece que você está tendo uma visão distorcida de Deus. O que é muito comum, porque as religiões encarregadas de nos ensinar a entender Deus falharam nos seus objetivos. Resultado: homens do século XXI distraem-se com um Deus antropomórfico até que a dor lhes bate a porta do coração. Sem onde encontrar socorro, deixam-se levar pelo materialismo, como você está fazendo”.

Cientistas conseguem reativar cérebros de porcos quatro horas após morte

Luiz Antonio Paiva comenta notícia de como cientistas americanos ligados à Universidade Yale reativaram parcialmente cérebros de porcos quatro horas depois de os animais terem sido abatidos. As descobertas devem ampliar o debate sobre a barreira entre a vida e a morte, além de fornecer novas maneiras de pesquisar doenças como a de Alzheimer.

Caçadores de presentes: oferendas para Iemanjá se tornam artigos disputados

Cristiano Carvalho Assis comenta sobre caçadores de presentes à Iemanjá. Nem tudo são flores. Há também a maquiagem, o espelho, os colares. E também o plástico sobre os objetos que Ricardo retira do mar um dia depois da Festa de Iemanjá, no Rio Vermelho. Cinco anos antes, num passeio pelas areias na manhã de 3 de fevereiro, o vigia encontrou de dinheiro a aliança. “Aí não tem como não voltar, a gente vicia.”

O sábio de Tours

Na pequena cidade francesa de Tours havia uma praça. Eu sei, essa afirmação parece absurda, afinal todas as cidades possuem praças aos montes, entretanto, havia uma praça ali que é toda especial.  A praça das Artes. A praça das Artes era encantadora, ali se respirava um perfume sóbrio de múltiplas fragrâncias que compunha um harmonioso aroma,  o chão de pedrisco suavizava o caminhar e arrancava um som gostoso de se ouvir, ao lado da praça corria o rio Loire calmo e seguro de si, deixava sem enfado os cisnes brincar em suas águas. Era uma alegria vê-los majestosos dançando pelas águas...

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