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Astrônomo brasileiro dá novo rumo à busca pelo Planeta X

23 de agosto de 2012



Astrônomo brasileiro dá novo rumo à busca pelo Planeta X



A busca por evidências da existência do Planeta X - o misterioso planeta hipotético no limite de nosso sistema solar - tomou um novo rumo graças aos cálculos de um astrônomo brasileiro. Rodney Gomes, astrônomo do Observatório Nacional do Brasil, no Rio de Janeiro, afirma que as órbitas irregulares de pequenos corpos gelados além de Netuno implicam que um planeta quatro vezes maior que a Terra está girando em volta do nosso sol nas bordas do sistema solar. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.


Gomes mediu as órbitas de 92 objetos do cinturão de Kuiper - pequenos corpos e planetas anões - e afirmou que seis desses objetos pareciam ser arrastados para fora de curso em comparação com suas órbitas esperadas.


Na terça-feira, Gomes contou aos pesquisadores da Sociedade Americana de Astronomia que, provavelmente, a razão para essas órbitas irregulares fosse um companheiro solar de massa-planetária - um corpo distante do tamanho de um planeta que é poderoso o bastante para mover os objetos do cinturão de Kuiper. Ele sugere que o planeta seria quatro vezes do tamanho da Terra - quase do tamanho de Netuno - e estaria 1,5 mil vezes mais longe do sol do que o nosso planeta.


Mesmo estando em cima do muro, outros astrônomos aplaudiram os métodos utilizados pelo brasileiro. Rory Barnes, da Universidade de Washington, falou à National Geographic que Gomes "traçou um caminho para determinar como um planeta seria capaz de ‘esculpir’ partes do nosso sistema solar". "Por enquanto, a evidência ainda não existe. Eu acho que o principal ponto que ele demonstrou é que há maneiras de encontrar essas evidências. Mas não acho que haja provas de que o planeta realmente está lá", afirmou Barnes.


"Para mim, é surpreendente que um companheiro solar tão pequeno quanto Netuno possa ter os efeitos que ele Rodney Gomes vê. Mas eu conheço Rodney e tenho certeza de que ele fez os cálculos corretos", disse Hal Levison, do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, Colorado.


Notícia publicada no Portal Terra, em 23 de maio de 2012.



Cristiano Carvalho Assis* comenta


Quando pensamos em fazer o comentário desta notícia, iríamos centralizá-lo na figura do cientista Rodney Gomes e sua descoberta, bem como do destaque brasileiro no panorama mundial da astronomia. Mas precisávamos saber um pouco mais sobre este planeta X. Se era uma descoberta recente de mais um planeta desconhecido ou se já havia uma história anterior que o envolvia. Em nossas pesquisas, observamos que ele é bem mais famoso que poderíamos supor, desde o meio científico, indo para o lado esotérico e chegando ao nosso lado espiritual e religioso.


Cientificamente, este planeta é uma incógnita, pois ele não aparece nos instrumentos e telescópios da astronomia, mas nem por isso deixa de existir, pois sua presença é notada por seus efeitos. A reportagem acima data do mês de maio, mas uma mais recente, de julho de 2012, afirma que o cientista brasileiro irá rever seus cálculos, mas não descarta a existência do planeta. Mesmo assim, devemos elogiar e parabenizar o pesquisador brasileiro, porque sabemos como é difícil se destacar no panorama mundial, saindo de um país tido como subdesenvolvido. Mas sabemos que os espíritos desenvolvidos intelectualmente ou espiritualmente não possuem barreiras. Prova disso foi o maior entre os homens. Nunca foi empecilho para Ele ter nascido na classe e posição menos abastada ou em uma região que fazia Natanael dizer: “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré? “(Jo, 1:45 e 46).


A história do planeta X: “Chamado pelos Sumérios de Nibiru (uma das civilizações mais antigas que se tem notícia), mas também conhecido atualmente como Planeta X, esse último corpo celeste teria o tamanho de Júpiter e passaria pelo Sistema Solar a cada 3,6 mil anos, causando estragos pelo caminho, inclusive com danos à Terra. Segundo a lenda, o atual ciclo orbital de Nibiru estaria por se encerrar, com nova passagem por essas bandas prevista para ocorrer por volta de dezembro de 2012, data que coincidiria com o "fim do mundo" previsto pelos maias. A Nasa chegou a reconhecer que tal planeta poderia existir. Mais tarde, porém, desmentiu os boatos.”


(http://www.terra.com.br/noticias/ciencia/infograficos/planeta-x/)


Nas áreas do conhecimento que não são aprovadas pela ciência acadêmica, o planeta X é conhecido por outros nomes: No Apocalipse, de Absinto; Pelos Babilônios, de Nibiru; na Gnose, de Hercólubus. Temos referências na Biblia: “abominável da desolação (Mt, 24:15)”, de Jesus; a “abominação desoladora”, do profeta Daniel; a “grande estrela ardente com um facho”, do Apocalipse de João. Nostradamus o chamava de “grande estrela“, “o grande rei do terror“, “o monstro” ou “o novo corpo celeste”. Ramatis, de o “astro Intruso” ou “planeta higienizador”. Muitos relatam que Chico Xavier o chamava de “planeta chupão” (mas abstemo-nos de dizer se é verdade, pois não conseguimos encontrar tal referência). A órbita passaria próxima a Terra, afetando de forma bem dramática a história recente do nosso planeta. Seria o momento do apocalipse da Bíblia ou da transição planetária, como conhecemos no meio espírita. Traria os cataclismas, como terremotos, desinclinação do eixo da Terra, inundações das áreas costeiras e aparecimento de outros territórios, alterando, desta maneira, toda configuração planetária, desde a parte territorial, como a climática.


Em meio a isso, teríamos um desencarne coletivo muito grande e o êxodo de almas resistentes ao bem a este planeta de escala inferior à Terra e a continuação dos bons para implementarem uma nova configuração moral ao planeta. Desta forma, observamos que a fama deste Planeta é muito maior que imaginávamos. No entanto, não podemos saber se é em relação a este planeta, que todos têm centralizado sua atenção, que iremos observar as ocorrências anunciadas pelos vários profetas. Mas o mais importante, em relação a nós, espíritas, é prepararmo-nos para qualquer tormenta que poderá advir, pois não seremos reconhecidos por saber que tudo isso viria acontecer, mas por saber nos comportar nessas situações, se ocorrerem enquanto estamos encarnados. As tormentas poderão trazer medo, desespero, caos social, doenças, discussões de pontos de vistas e muitas outras coisas que não podemos supor. Nós, como espíritas, teremos que estar preparados com fé, confiança em Deus, tranquilidade em saber que não estaremos nos lugares errados para receber a dor, mas estaremos localizados nos lugares certos para sermos exemplos para aqueles que não sabem o que fazem. Os bons não serão colocados de lado. Pelo contrário, receberão o mesmo quinhão. Deus não tira a dor àqueles que muito sabem, mas utiliza-os como um estudante que sabe muito para se apresentar a frente da turma.


* Cristiano Carvalho Assis é formado em Odontologia. Nasceu em Brasília/DF e reside atualmente em São Luís/MA. Na área espírita, é trabalhador do Centro Espírita Maranhense e colaborador do Serviço de Atendimento Fraterno do Espiritismo.net.