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Com 600 mil pagantes, estreia de ‘Chico Xavier’ bate recordes

Com 600 mil pagantes, estreia de ‘Chico Xavier’ bate recordes



Da Redação, Jornal do Brasil


RIO DE JANEIRO - O longa-metragem Chico Xavier, cinebiografia do médium mineiro, é o novo recordista de estreia da retomada do cinema brasileiro. Segundo cálculos preliminares da distribuidora Downtown, o filme dirigido por Daniel Filho, que chegou aos cinemas brasileiros na última sexta-feira, foi visto por cerca de 600 mil espectadores em seus três primeiros dias em cartaz. A média de ocupação é de 1,5 mil por sala, num total de R$ 6 milhões de renda. O recorde anterior pertencia a Se eu fosse você 2 (2009), também dirigido por Filho, que atraiu cerca de 570 mil pagantes no mesmo período, e foi responsável por um total de 6,1 milhões de pagantes.


Lançado dia 2, feriado da Sexta-feira da Paixão, data que coincide com o centenário de nascimento de Chico Xavier, que morreu em 2002, o filme sobre a vida e a obra do líder espírita ocupa um circuito com 377 salas, e é fruto de uma parceria entre a Globo Filmes e a Sony Pictures do Brasil. Inspirado no livro As vidas de Chico Xavier, do jornalista Marcel Souto Maior, a produção conta com um elenco grandioso, que inclui Tony Ramos, Christiani Torloni, Letícia Sabatella, Pedro Paulo Rangel, Giovanna Antonelli, Cássia Kiss e Paulo Goulart, entre muitos outros. Matheus Costa, Ângelo Antônio e Nelson Xavier, revezam-se nas caracterizações do personagem-título na infância, a juventude e na fase adulta, respectivamente.


A performance de abertura de Chico Xavier serve de parâmetro para o fôlego de um filme brasileiro no circuito nacional. Avatar, a superprodução americana dirigida por James Cameron, vendeu mais de 800 mil entradas em seus três primeiros dias em cartaz no país. Já Lula, o filho do Brasil, de Fábio Barreto, fez pouco mais de 220 mil espectadores em seu fim de semana de estreia. Rodado entre junho e agosto do ano passado em locações em Minas Gerais (Tiradentes, Uberaba) e Rio de Janeiro e nos estúdios do complexo cinematográfico de Paulínia (São Paulo), o filme custou R$ 12 milhões.


Notícia publicada no JB Online, em 5 de abril de 2010.