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Americana que estava esperando um bebê engravida novamente

Americana que estava esperando um bebê engravida novamente



Esse tipo de situação é rara. Julia espera um menino e uma menina


Ana Paula Pontes


Imagine depois da descoberta da gravidez saber que você está esperando mais um outro bebê, sem ser gêmeos? Esse evento raro, chamado superfetação, aconteceu com a americana Julia Grovenburg, de 31 anos.


Depois de três anos tentando ter um filho, Julia, em entrevista ao jornal New York Daily News, contou que se recusou a tomar remédios para ajudá-la a engravidar e fazer fertilização in vitro, porque não queria ter gêmeos.


Porém, ao saber que estava grávida, ao fazer um ultrassom de rotina na 11ª semana de gestação, descobriu que havia um outro bebê concebido alguns dias depois do primeiro.


A futura mãe, que diz ter tido um choque com a notícia, espera um menino e uma menina. No entanto, Hudson, que deveria nascer somente em janeiro, provavelmente chegará junto com sua irmã, Jillian, em dezembro, por conta da posição que se encontra no útero da mãe.


Matéria publicada na Revista Crescer, em setembro de 2009.



Claudia Cardamone* comenta


Muitas vezes, nós temos a intuição daquilo que vai nos ocorrer, pensamento que me lembra uma reportagem sobre o assunto, no Programa Fantástico, semana passada. Como poderíamos explicar isto?


Não colocando como uma verdade, mas como uma hipótese plausível, e de acordo com o que nos ensina a Doutrina Espírita, todos nós sabemos por quais provas iremos passar; ou até mesmo as escolhemos, mas não sabemos os detalhes de como esta prova irá ocorrer. A lembrança sutil desta escolha ou desta prova pode nos parecer uma intuição ou mesmo premonição.


Neste caso, talvez esta mãe tivesse como prova receber como filhos dois espíritos simultaneamente. Com esta lembrança, que nos sugere uma expiação, ela não se submete a tratamentos de fertilidade na tentativa de evitar a gestação de gêmeos. Porém, mesmo não sendo gêmeos, e não sendo gerados no mesmo dia, ela receberá como filhos dois espíritos simultaneamente.


E deixo em aberto uma reflexão: De que forma poderiam os espíritos governar nossas células? Quem o faz? Nós, os filhos que reencarnarão, espíritos superiores, Deus, ou simplesmente o acaso?


* Claudia Cardamone nasceu em 31 de outubro de 1969, na cidade de São Paulo/SP. Formada em Psicologia, no ano de 1996, pelas FMU em São Paulo. Reside atualmente em Santa Catarina, onde trabalha como artesã. É espírita e trabalhadora da Associação Espírita Seareiros do Bem, em Palhoça/SC.