
Com episódios semanais, é um jeito rápido e simples de entender os principais conceitos espíritas.
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[Início do áudio]
[Descrição:] O áudio inicia com uma campainha “ding-dong”.
[Locutora:] Curtas Doutrinárias.
[Descrição:] O áudio inicia com uma trilha sonora saltitante e alegre, composta por um dedilhado de ukulele acompanhado por outros instrumentos num rítmo descontraído. O clima é de otimismo e leveza.
[Locutora:] Você já parou para pensar quem realmente é Jesus?
[Descrição:] A música de fundo (ukulele e outros instrumentos) continua em volume mais baixo, servindo de base para a narração.
[Locutora:] Para bilhões, Ele é o fundamento do Cristianismo. Para nós, espíritas, vai muito além: é o guia e o modelo perfeito de toda a humanidade. Nenhum outro espírito alcançou tamanha proximidade com a perfeição divina. Por isso O chamamos Mestre, Doutrinador, Cristo, o Enviado de Deus — o ser mais elevado que já pisou na Terra.
Sua passagem aqui foi breve, mas revolucionou tudo. Viveu sem apego a bens, sem teto fixo, sem poder terreno. Sua única riqueza era o amor que derramava sem medida. Curava corpos, sim, mas, acima de tudo, restaurava almas feridas. Ensinava com palavras tão simples que uma criança compreende, porém tão profundas que os sábios ainda tropeçam ao tentar vivê-las.
“Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a vós mesmos.” Esse é o coração pulsante do Evangelho: amor e caridade em estado puro. Jesus condensou toda a lei nesse mandamento duplo. Pregou o perdão ilimitado — não sete vezes, mas setenta vezes sete. Revelou que o Reino de Deus não se ergue em templos de pedra, mas floresce dentro de cada coração que pratica o bem.
No Espiritismo, compreendemos que Jesus não era um médium comum, intermediário de outros espíritos. Era o Médium de Deus mesmo. Falava com autoridade própria, realizava prodígios pelo poder de seu próprio espírito sublime. Veio cumprir a lei antiga, dar-lhe novo brilho: ampliou o “não matarás” para “nem mesmo irar-se contra o irmão”; transformou o “olho por olho” em “oferece a outra face”.
E aqui brilha o papel do Espiritismo: ele é o Consolador prometido por Jesus. Quando a humanidade ainda não estava madura para captar toda a grandeza de seus ensinamentos, o Cristo anunciou que voltaria em espírito e verdade para esclarecer tudo. Essa volta se concretizou na codificação de Allan Kardec e segue acontecendo cada vez que alguém estuda e vive o Evangelho sob a luz da razão.
O Espiritismo não inventa doutrina nova; apenas remove camadas de dogmas, medo e rituais vazios, devolvendo o Cristianismo em sua essência cristalina: caridade prática, amor sem julgamento, evolução pela bondade cotidiana. Seguir Jesus, para o espírita, não é apenas crer que Ele existiu; é comprometer-se a tornar-se parecido com Ele — mais humilde, mais paciente, mais útil.
Cada gesto de perdão, cada mão estendida ao necessitado, cada palavra de consolo é um passo para nos aproximarmos do Mestre. Jesus não é figura do passado: Ele vive, guia, inspira, espera que transformemos o mundo começando por nós mesmos.
Um dia, toda a humanidade entenderá que o caminho mais curto até Deus é exatamente o que Ele trilhou: amor que não cobra, perdão que liberta, caridade que eleva sem humilhar.
Esse é o nosso Jesus: modelo perfeito, amigo fiel, irmão maior que jamais desiste de nós.
É isso. Até a próxima!
Esse foi o nosso Curtas Doutrinárias.
Espiritismo.net - Gestos de amor que antecipam o futuro.
[Descrição:] A música finaliza com um acorde alegre do ukulele.
[Fim do áudio]

[Início do áudio]
[Descrição:] O áudio inicia com uma campainha “ding-dong”.
[Locutora:] Curtas Doutrinárias.
[Descrição:] O áudio inicia com uma trilha sonora saltitante e alegre, composta por um dedilhado de ukulele acompanhado por outros instrumentos num rítmo descontraído. O clima é de otimismo e leveza.
[Locutora:] Você já se perguntou o que é Deus de verdade?
[Descrição:] A música de fundo (ukulele e outros instrumentos) continua em volume mais baixo, servindo de base para a narração.
[Locutora:] O Espiritismo responde com simplicidade e grandeza, sem dogmas complicados nem imagens humanas: Deus é a Inteligência Suprema, a Causa Primária de todas as coisas. Ele é o Criador eterno, infinito em tudo – em poder, em justiça, em bondade e em amor. Não existe nada antes Dele, nada fora Dele, nada maior que Ele. Quando os espíritos mais elevados falam de Deus, quanto mais sobem na escala espiritual, mais admiração sentem: a luz que enxergam é sempre mais intensa, mais pura, mais amorosa.
Deus não é um rei distante sentado num trono. Ele é a própria Vida que pulsa em cada átomo do Universo. Tudo o que existe – estrelas, planetas, flores, o seu coração batendo agora – é obra constante Dele. Ele nunca parou de criar. A natureza inteira é a expressão viva da vontade divina: as leis perfeitas que regem o movimento dos astros, o nascimento de uma criança, o equilíbrio da vida na Terra são a assinatura do Criador.
O Espiritismo não coloca Deus dentro de templos feitos por mãos humanas. Ele diz: o Universo inteiro é o templo de Deus, e a Terra está destinada a se tornar um dia um lugar sagrado onde reine o amor e a fraternidade. Por isso a doutrina fala especialmente aos que perderam a fé ou nunca a tiveram. Com lógica e fatos, prova a existência da alma, a vida depois da morte, a reencarnação, mostrando que tudo obedece a leis justas e sábias. Assim, o medo do nada desaparece e a confiança num Pai amoroso toma seu lugar.
Deus não tem preferência por religião. Qualquer oração sincera, dita com o coração, chega até Ele – seja num templo, numa igreja evangélica, numa mesquita ou no silêncio do quarto. O Pai Nosso, ensinado por Jesus, continua sendo a prece mais perfeita: curta, profunda, universal. O Espiritismo pede apenas que a gente ore com atenção e sentimento verdadeiro, nunca por costume vazio.
Amar a Deus, na prática, é simples: é fazer o bem ao próximo. Jesus resumiu toda a lei nisso – “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. O Espiritismo veio exatamente para lembrar essa mensagem, esclarecer o Evangelho e mostrar que cada gesto de bondade, cada perdão, cada ajuda desinteressada é uma oração viva que sobe direto ao coração do Pai.
Deus não castiga nem se vinga. Ele educa, espera, atrai pelo amor. Um dia, todos nós – sem exceção – chegaremos de volta à Sua casa, mais sábios, mais puros, mais felizes. Porque Ele é o Pai perfeito que nunca desiste de nenhum filho.
Conhecer esse Deus que o Espiritismo nos mostra não deixa ninguém com medo. Deixa o coração em paz e cheio de gratidão por estar vivo, por ter mais uma chance de crescer e por saber que, no fim de tudo, só existe amor.
É isso. Até a próxima!
Esse foi o nosso Curtas Doutrinárias.
Espiritismo.net - Gestos de amor que antecipam o futuro.
[Descrição:] A música finaliza com um acorde alegre do ukulele.
[Fim do áudio]

[Início do áudio]
[Descrição:] O áudio inicia com uma campainha - “ding-dong”.
[Locutora:] Curtas Doutrinárias.
[Descrição:] O áudio inicia com uma trilha sonora saltitante e alegre, composta por um dedilhado de ukulele acompanhado por outros instrumentos num rítmo descontraído. O clima é de otimismo e leveza.
[Locutora:] Você sabe o que é o Espiritismo?
[Descrição:] A música de fundo (ukulele e outros instrumentos) continua em volume mais baixo, servindo de base para a narração.
[Locutora:] O Espiritismo é uma doutrina consoladora e racional, nascida no século XIX pelas mãos de Allan Kardec, que organizou e desenvolveu os ensinamentos transmitidos por espíritos superiores. Ele se apresenta como uma síntese de ciência, filosofia e moral, sem rituais obrigatórios, dogmas ou hierarquia religiosa – é um convite ao estudo sério e à vivência prática do bem.
No centro de tudo está Deus: inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas, eterno, imutável, justo e bom. Dele emanam os espíritos, seres inteligentes da criação, destinados ao progresso infinito. Nós, aqui na Terra, somos exatamente isso: espíritos temporariamente encarnados em corpos materiais, unidos a eles por um envoltório semimaterial chamado perispírito – uma espécie de molde fluídico que explica fenômenos como aparições e até a própria mediunidade.
A imortalidade da alma é o grande alicerce. A morte do corpo é apenas uma passagem: o espírito se desprende, conserva sua individualidade, sua memória e sua afetividade, e segue existindo no plano espiritual. Lá, reflete sobre a vida que acabou de deixar e se prepara para novas experiências. É aí que entra a reencarnação – que trata das nossas muitas existências corpóreas –, lei natural que permite ao espírito reparar erros passados, desenvolver virtudes e adquirir conhecimentos. Cada vida é uma página nova no livro da evolução.
Essa lei se conecta diretamente à lei de causa e efeito: tudo o que plantamos, colhemos, nesta ou em outra existência. Não há punição eterna, apenas consequências educativas que nos impulsionam ao crescimento. Justiça perfeita, sem privilégios nem condenação definitiva.
Outro pilar fundamental é a possibilidade de nos comunicarmos com os espíritos. A mediunidade, faculdade natural e não privilégio de poucos, permite o intercâmbio entre os dois planos, trazendo provas concretas da sobrevivência da alma e mensagens de orientação moral.
Também, sobre a diversidade dos mundos habitados, aprendemos que o Universo está repleto de planetas em diferentes graus de evolução, onde os espíritos prosseguem sua caminhada.
Todo esse conjunto de leis naturais ilumina e completa os ensinamentos de Jesus, mostrando que o Evangelho é código de conduta universal. O Espiritismo resume a essência do Cristianismo na frase “Fora da caridade não há salvação” – o amor ao próximo como prática diária é o caminho mais curto para a felicidade verdadeira.
Assim, o Espiritismo responde com lógica e esperança às grandes questões humanas: de onde viemos, por que estamos aqui, para onde vamos. Ele nos convida à reforma íntima, ao exercício constante do bem e à fé raciocinada, oferecendo uma visão otimista da vida e do destino eterno do espírito.
É isso. Até a próxima!
Esse foi o nosso Curtas Doutrinárias.
Espiritismo.net - Gestos de amor que antecipam o futuro.
[Descrição:] A música finaliza com um acorde alegre do ukulele.
[Fim do áudio]

[Início do áudio]
[Descrição:] O áudio inicia com uma campainha “ding-dong”.
[Locutora:] Curtas Doutrinárias.
[Descrição:] Começa uma trilha sonora instrumental leve e inspiradora, com notas de piano e cordas que transmitem serenidade.
[Locutora:] O que o Espiritismo nos ensina sobre o Natal?
[Descrição:] A música de fundo permanece em volume baixo, acompanhando a fala da locutora.
[Locutora:] Para a Doutrina Espírita, o Natal não é apenas uma data comercial cheia de luzes e presentes. É, acima de tudo, a celebração do nascimento de Jesus, nosso Divino Amigo, o Mestre que veio nos lembrar quem realmente somos.
Ele não chegou com pompa nem palácios. Nasceu na simplicidade de uma manjedoura, entre animais e palha, para mostrar que a verdadeira grandeza mora na humildade. Sua missão foi pregar a paz que nasce no coração e semear o amor em todos os terrenos, até nos mais áridos. Sua mensagem era para quem quisesse ouvir de verdade: palavras que curavam, acalmavam e traziam paz profunda às almas cansadas.
Há mais de dois mil anos, Jesus nos revelou a beleza da vida espiritual e a certeza de que nunca estamos sós — há um Pai amoroso que nos guia. Ele resumiu toda a lei divina em dois mandamentos: amar a Deus sobre tudo e ao próximo como a si mesmo. Ensinou que a caridade é dever sagrado e que o perdão é o único caminho para a felicidade plena.
O significado mais profundo do Natal está no cântico dos anjos: “Glória a Deus nas alturas, paz na Terra aos homens de boa vontade”. Essa frase resume o Cristianismo inteiro. “Glória a Deus” nos chama à consagração total ao Criador. “Paz na Terra” nos lembra que só há paz onde existe fraternidade verdadeira. “Boa vontade” nos coloca diante do compromisso diário de servir uns aos outros com amor em ação.
Por isso, o Natal espírita é renovação — da alma e do mundo —, fundamentada no Amor, na Solidariedade e no Trabalho pelo bem comum. É a chance sagrada de deixar a luz de Jesus renascer dentro de nós, mesmo nas noites mais escuras. O Cristo da manjedoura é o mesmo Cristo vitorioso que acolhe os fracos e sofredores, porque Ele sabe o que é ser humano.
Nesta época, a influência espiritual de Jesus se intensifica, tocando os corações e despertando nossa sensibilidade. Não basta enfeitar a casa ou preparar a ceia. O essencial é preparar o coração, abrir a porta da alma e convidar o aniversariante para entrar de verdade — não só no dia 25, mas em todos os dias.
O Espiritismo nos ensina que o Natal verdadeiro se vive na caridade prática: dividir o pão, o agasalho, a palavra amiga, visitar o doente, abraçar o idoso sozinho, dar um brinquedo à criança que nunca teve um. Porque o Natal nos grita uma verdade eterna: todos somos irmãos, filhos do mesmo Pai.
Que este Natal seja nosso despertar definitivo para o amor que Jesus nos ensinou. Que Sua mensagem pulse viva em nós o ano inteiro, até que o mundo se torne uma grande manjedoura iluminada pelo Seu amor.
É isso. Feliz Natal e até a próxima!
Esse foi o nosso Curtas Doutrinárias.
Espiritismo.net - Gestos de amor que antecipam o futuro.
[Descrição:] A trilha sonora encerra suavemente até o silêncio.
[Fim do áudio]