2007-09-13 Suicídio e delinqüência
SUICÍDIO E DELINQÜÊNCIA
A maioria dos incêndios se alteia de alguma faísca. Assim também sucede com o suicídio e a delinqüência: A reclamação demasiadamente repetida; O grito inesperado, desarticulando o equilíbrio emocional de quem ouve; O gesto de irritação; A frase de crítica; A explosão de ciúme; O confronto infeliz; A queixa exagerada; A exigência sem razão; A palavra de insulto; A resposta à base de zombaria; Ou o compromisso desprezado... Qualquer dessas manifestações, aparentemente sem importância, pode ser o início de lamentável perturbação, suscitando, por vezes, processos obsessivos nos quais a criatura cai na delinqüência ou na agressão contra si mesma. E o único remédio que conhecemos até agora contra semelhantes calamidades, a ser usado em favor das vítimas possíveis do suicídio ou em auxílio daqueles que o provocam, é a prática da compreensão e do amor, na embalagem da paciência. Emmanuel
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