2007-09-12 Depressão na infância

Depressão

O negro da depressão pode impedir uma infância colorida


O senso comum prega que criança é feliz, ingênua e sem problemas. Pode ser que boa parte delas seja caracterizada dessa forma, mas não generalize. Existe uma parcela de crianças cujo perfil não se enquadra num cenário colorido típico das temáticas infantis. São os pequenos que sofrem de depressão.

Segundo Silzá Tramontina, psiquiatra da Infância e adolescência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, “clinicamente, a depressão é um transtorno (ou síndrome), que se caracteriza pela presença de sintomas depressivos que se manifestam quase diariamente, na maior parte do dia, por pelo menos duas semanas”.

Apesar de ser bem mais comum em adultos, estudos populacionais americanos mostram que cerca de 20% das crianças e adolescentes com idade entre nove e 17 anos têm algum transtorno mental diagnosticável. Em relação à depressão especificamente, estima-se que a doença atinja, nos Estados Unidos, 0,9% das crianças em idade pré-escolar, 1,9% em idade escolar e 4,7% dos adolescentes.

Dificuldade de relacionamento em casa, na escola ou em outros ambientes sociais encabeçam a lista de prejuízos que a depressão pode causar a crianças e adolescentes. Além disso, a psiquiatra Silzá Tramontina enumera outros problemas: “Dificuldade de aprendizagem, repetências escolares; problemas de comportamento, como, no caso dos adolescentes, delinqüência e uso de drogas; falhas nos desenvolvimentos físico e emocional”.


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Vida e Saúde – Qualidade de Vida
Especial para o Terra: Tereza Melo Souza



3º Congresso Espírita do Amazonas será realizado em novembro

O tema deste ano será “O Espiritismo e os Desafios do Homem Moderno”. Os expositores confirmados são Alberto Almeida (PA), Cosme Massi (PR), Marcel Mariano (BA) e Sandra Borba (RN).

8º Encontro da Área da Mediunidade será realizado em Florianópolis

Encontro na Área da Mediunidade será nos dias 6 e 7 de setembro de 2008, com a promoção da Federação Espírita Catarinense, abordando a questão da desobsessão no Centro Espírita.

Quem errou?

Aquela angústia que se sente diante do erro alheio pode até parecer anormal. Mas não é. Pesquisadores holandeses, revelaram que, quando uma pessoa próxima comete um erro, nosso cérebro reage como se nós tivéssemos errado. Claudia Cardamone comenta.